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IPCC lança vídeo sobre a base científica das alterações climáticas

Quinta-feira, 21.11.13

O Painel Intergovernamental de Cientistas para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) divulgou hoje um vídeo sobre as conclusões do seu mais recente relatório científico sobre a ciência climática. Em Março e Abril de 2014 serão publicados mais dois relatórios e, em Outubro, será lançado o relatório global de síntese da quinta avaliação global (AR5) desde que foi criado este organismo.

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Vídeo ilustra previsões do último relatório do IPCC

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por Quercus às 19:22

Ministro do Ambiente: Portugal está empenhado nas negociações climáticas e em acordo ambicioso, justo e vinculativo em 2015

Quinta-feira, 21.11.13

No discurso no segmento de alto nível, o ministro do Ambiente e Energia, Jorge Moreira da Silva, falou em português. Começou por apresentar as sinceras condolências às Filipinas e ao seu povo, e reforçou o empenho de Portugal no sucesso da COP19. “Portugal está comprometido com as metas necessárias para 2015 e quer alcançar um acordo vinculativo, ambicioso e justo em 2015, em Paris. Para tal é necessário incentivar a partes a assumir compromissos, definir com clareza os compromissos de mitigação, estabelecer um calendário de Varsóvia a Lima e depois até Paris.”

A nível nacional, disse que “a aposta nas renováveis está feita e a próximas serão na eficiência energética e na utilização racional de recursos, bem como na reforma fiscal ambiental.  O Roteiro Nacional de Baixo Carbono mostra que até 2050 é possível reduzir emissões de 50 a 60% (relativamente aos valores de 1990)”, diz. Um discurso positivo que gostaríamos que se concretizasse nestas negociações e  também em relação a Portugal. (discurso integral

Vídeo da intervenção:

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por Quercus às 16:59

Ministro do ambiente: Portugal será líder na eficiência energética

Quinta-feira, 21.11.13

O ministro português do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia adiou a intervenção formal no segmento ministerial da COP19, a decorrer durante a manhã no plenário 1, para poder intervir no plenário 2, onde decorreu um diálogo ministerial informal sobre a Plataforma de Durban (ADP).

Moreira da Silva defendeu que é necessário assumir compromissos justos e ambiciosos em Paris, em 2015, para ficarmos abaixo dos 2ºC de aumento de temperatura global. Disse também que Portugal é líder no aproveitamento das energias renováveis, o que fará com que o país tenha 60% de eletricidade renovável em 2020, e que a eficiência energética e a reforma fiscal verde são os próximos desafios.

O ministro anunciou ainda que Portugal está disponível para liderar em matéria de eficiência energética. Numa sessão paralela promovida pela delegação portuguesa, Moreira da Silva já tinha referido que Portugal está a fazer o seu trabalho de casa com metas mais ambiciosas do que as atuais metas europeias. Portugal pretende reduzir 25% do consumo de energia primária até 2020 e 30% nos edifícios públicos. 

Vídeo da intervenção:

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por Quercus às 13:04

ONG de Ambiente Internacionais e Movimentos Sociais abandonam a Conferência do Clima em Varsóvia

Quinta-feira, 21.11.13

Às 14h de hoje, dia 21 de novembro, um grupo das principais organizações não governamentais internacionais de ambiente e de desenvolvimento sairá das negociações sobre alterações climáticas que estão a decorrer em Varsóvia, na COP19, em protesto pelo esperado insucesso do encontro. Greenpeace, Oxfam, WWF, ActionAid, Amigos da Terra, Confederação Sindical Internacional e o grupo da campanha 350.org abandonarão o estádio nacional onde decorre o evento. Tal é a primeira vez que uma saída em massa de uma Conferência das Partes acontece.

A Conferência de Varsóvia, que deveria ter sido um passo importante na transição justa para um futuro sustentável, está a caminho virtualmente não levar a qualquer decisão significativa. De facto, as ações de muitos países ricos em Varsóvia estão diretamente a menosprezar a própria Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, que em si, um processo multilateral relevante que deve ser bem sucedido se quisermos resolver a crise climática global.

A Conferência de Varsóvia tem colocado os interesses da indústria poluente acima dos cidadãos do planeta. As organizações e movimentos representando todos os cantos da Terra decidiram que, a bem do melhor uso do tempo, é sair voluntariamente das negociações climáticas em Varsóvia. Assim, o objetivo é mobilizar as pessoas para forçarem os seus governos a tomarem a liderança para uma ação climática séria.

A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, como organização nacional, e em linha com a posição da Rede de Ação Climática Europeia, não abandonará a conferência por se considerar que associações nacionais europeias têm conseguido, até agora, um papel relevante na definição das políticas de energia e clima. A Quercus está solidária e de acordo com este protesto único e muito significativo que a sociedade civil mostra junto da inércia dos países.

Varsóvia, 21 de novembro de 2013

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

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por Quercus às 12:29

Mapa dos mecanismos da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC)

Quinta-feira, 21.11.13

Conferência após conferência, as negociações climáticas estão cada vez mais complexas, e torna-se difícil descodificar o rol de siglas que correspondem a organismos, mecanismos e acordos no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês). Talvez por isso, o grupo de trabalho "Ad Hoc" sobre a Plataforma de Durban para Ação Fortalecida (ADP), um dos mais importantes nesta COP19, pediu ao secretariado que compilasse uma visão geral das várias componentes da Convenção. O resultado pode ser consultado neste documento de 36 páginas (em PDF) ou na versão resumida online (ambas em ingês). [Fonte: UNFCCC]

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por Quercus às 09:00

Vídeo ilustra previsões do último relatório do IPCC

Quinta-feira, 21.11.13

 

A informação não é nova, resulta do 5º relatório de avaliação do Painel Intergovernamental de Cientistas para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), lançado em Setembro, mas ainda não tinha sido mostrada desta forma. O Programa Internacional Geosfera-Biosfera e a Globaia, aproveitaram o arranque da COP19, em Varsóvia, para lançar um vídeo que ilustra visualmente os dados do mais recente relatório científico sobre a ciência climática.

O vídeo de três minutos, financiado pela Fundação das Nações Unidas, mostra os riscos das alterações climáticas e o desafio de manter o aquecimento global abaixo dos 2ºC. Segundo os dados do relatório do IPCC, há mais certezas que nunca de que os seres humanos são responsáveis pela maior parte do aquecimento global (probabilidade de 95 a100%) e seus impactos e que as emissões de carbono são responsáveis por todo o aquecimento nos últimos 60 anos.  O relatório aborda diversos aspetos, entre eles a velocidade atual e futura a que o planeta está a aquecer, os impactes sobre as comunidades e biodiversidade e as principais medidas de mitigação e adaptação às alterações climáticas.

Segundo o IPCC, ainda existe uma probabilidade de 66 a 100% de o planeta não ultrapassar o limiar 2ºC de aquecimento acima da temperatura pré-industrial, meta estabelecida internacionalmente, mas para isso só poderemos emitir mais 250 mil milhões de toneladas de carbono para a atmosfera. Dado que as emissões são actualmente cerca de 10 mil milhões de toneladas por ano, com tendência para subir, a humanidade irá ultrapassar este limite nos próximos 25 anos. Sem grandes cortes de emissões, dificilmente ficaremos abaixo dos 2ºC, alerta o vídeo. [Fonte: Climasphere]

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por Quercus às 08:30

Cinco países vencem “Fóssil do Dia” de ontem, com a Austrália a arrecadar um segundo lugar

Quinta-feira, 21.11.13

Foram cinco os países galardoados com o “Fóssil do Dia” de quarta-feira - Índia, Arábia Saudita, Paquistão, Malásia e China - por terem proposto a exclusão da única referência à equidade do texto da ADP (Plataforma de Durban), nomeadamente do 9º parágrafo. As ONG salientam que a equidade é fundamental para o acordo de 2015 e as partes devem sair de Varsóvia com um claro entendimento de como a avaliação ex-ante será conduzida. É chocante que apesar de todas as discussões, a equidade não tenha passado de uma breve referência na primeira versão do texto ADP.

O segundo lugar foi atribuído à Austrália, que a par de outros países desenvolvidos está a impedir o progresso no sentido da criação, em Varsóvia, de um mecanismo internacional de perdas e danos, como proposto pelo G77 e China. É preocupante que o país tente manter de fora do texto os elementos-chave propostos por mais de 130 países em desenvolvimento (como perdas não-económicas e perdas permanentes), e que atrase o progresso da negociação através de manobras processuais, enquanto continua sem um compromisso claro no apoio às disposições do texto da decisão. [Fonte: CAN]

Vídeo da sessão:

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por Quercus às 08:00





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